foto   NEWSLETTER N.º 14 | 11 DE SETEMBRO 2015
       
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QUANTO MAIS A LUTA AQUECE MAIS FORÇA TEM O PS

O jantar comício do PS, realizado ontem num Pavilhão da Ajuda a rebentar pelas costuras, foi um estrondoso sucesso e um marco importante nesta caminhada para um novo futuro para Portugal.
António Costa deu o mote : "É para mim uma enorme alegria ver o entusiasmo e a dinâmica desta onda que se está a levantar e é uma onda que vai fazer no dia 4 de Outubro a mudança que Portugal merece".
António Costa resumiu muito claramente o “trabalho” da coligação PSD/CDS dizendo que esta "está na prisão de se ter enganado e de ter traído os compromissos que assumiu com os portugueses. Prometeu na última campanha eleitoral que não subia os impostos que subiu, não cortava as pensões que cortou e não cortava os salários que cortou. Traiu os seus compromissos, não merece confiança e os portugueses não perdoarão a traição à palavra dada".
Mais de 2500 pessoas assistiram às intervenções de António Costa, Fernando Medina e Marcos Perestrello, num caloroso ambiente de festa que transmitiu a todos renovada força e redobrada confiança na caminhada para a mudança de Portugal merece.

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COM O PS OS PORTUGUESES SABEM COM O QUE CONTAM

“É altura de parar com a mistificação com a troika. O senhor quis a troika. Gostou tanto da troika que quis ir além da troika”, foi assim que António Costa tratou de “desfazer” as “balelas” com que o Governo nos tem brindado nos últimos anos.
Falar claro, falar verdade, falar com rigor.
O PS tem um Programa, o PS tem as contas certas e os impactos de cada medida, a coligação que sustenta o actual governo não tem nada, excepto fracassos como currículo e mentiras como promessas.

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VITÓRIA POR KO. VITÓRIA POR PORTUGAL.

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O debate entre António Costa e Pedro Passos Coelho, emitido em simultâneo pela RTP1, SIC e TVI, ontem em directo, foi acompanhado por 3,3 milhões de pessoas, tornando-se o debate mais visto de sempre da televisão portuguesa.
Quer isto dizer que 3 300 000 pessoas assistiram em casa, no café ou num restaurante, a uma arrasadora vitória, incontestável a todos os níveis, do futuro Primeiro-ministro sobre o futuro ex-Primeiro ministro.
Pode-se dizer que foi premonitória a escolha de Miguel Relvas para “novel” comentador deste debate numa cadeia de televisão, o estilo trauliteiro e cábula, a falta de substancia e de preparação, a "chico-espertice" manhosa. Assim foi, realmente, só que Pedro Passos Coelho conseguiria fazer muito pior, mas já lá vamos!
A intervenção inicial de António Costa foi muito forte, assertiva e confiante, com algo para transmitir, futuro e esperança, o oposto do ainda Primeiro-ministro.
Durante todo o debate, a estratégia de Passos Coelho foi a de fugir aos temas que interessam aos portugueses, não responder, desviar a conversa, duma forma cansativa que pareceu apenas uma manobra desesperada, tentando não ter de responder às acusações em série que o líder do PS ia fazendo.
Chegou a ser verdadeiramente patético!
António Costa foi igual a si mesmo, tentando falar do futuro, focado nos problemas reais e em soluções concretas, falando com mais elevação no debate mas não deixando nada por dizer, apontando os erros e as mentiras do Primeiro-ministro, desfazendo as “mistificações” e “falsos esquecimentos” da narrativa da coligação governamental, centrando o debate naquilo que esta a ser avaliado no dia 4 de Outubro, os últimos quatro anos.
Com serenidade e confiança, o Secretário-geral do PS expôs o radicalismo ideológico e a insensibilidade de Pedro Passos Coelho, apontou as contradições e salientou uma nota muito clara destes últimos quatro anos, a ausência. A ausência de resultados positivos, a ausência de programa eleitoral, a ausência de verdade nas afirmações do chefe de Governo, a ausência de coerência das politicas deste Governo, a ausência de reforma no Estado.
Um governo que apenas esta “presente” para desbaratar activos do Estado, esbulhar serviços públicos, descredibilizar e desmoralizar funcionários públicos, cortar benefícios e direitos, aumentar impostos e destruir os sonhos e o futuro de todo um povo que suportou a austeridade “além da troica” que o PSD e o CDS tanto desejavam.
Já só faltam 24 dias para os portugueses mudarem o rumo do País elegendo um grande Primeiro-ministro para liderar a Alternativa de Confiança!

 
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