foto   NEWSLETTER N.º 16 | 18 DE SETEMBRO 2015
   
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A ALTERNATIVA EM QUE OS PORTUGUESES PODEM CONFIAR

O debate transmitido pela Antena 1, Rádio Renascença e TSF, ontem, a partir do Museu da Eletricidade, concluiu os “frente a frente” definidos entre o futuro primeiro-ministro, António Costa, e o actual responsável pelo “estado a que chegamos”, o futuro ex-primeiro ministro, Pedro Passos Coelho.
Por muito que o PS tenha insistido em mais debates, por muito que António Costa tenha mostrado disponibilidade para debater o mais possível, o PSD e o CDS fugiram, refugiando-se em esquemas e estratagemas, com “telenovelas” à mistura!
De um lado tivemos a serenidade da experiencia e do trabalho de casa bem feito, a calma que a Confiança num programa sólido e rigoroso proporciona, o sentido de Estado de quem sabe ao que vai e que tudo fará em prol das Pessoas. António Costa.
Do outro lado esteve um mentiroso, um líder sem programa nem projecto, um profeta de “mais do mesmo” em prol dos amigos e sócios dos amigos, um “esquecido” das próprias prestações fiscais ou de segurança social que mente repetidamente em relação aos números dos outros, um politico eleito com base em falsas promessas, que falhou todas as suas metas, que errou em todos os seus orçamentos, que bateu recordes de inconstitucionalidades, que inaugurou um novo “estado” dentro do Estado, um “estado laranja”, contratações, nomeações, adjudicações e privatizações…laranjas, custe o que custar, doa a quem doer, com bode expiatório garantido e “salvo-conduto” garantido. Pedro Passos Coelho.
O Secretário-geral do PS acusou o líder da coligação de direita de perfilhar a austeridade como a ideologia da sua ação e de ter uma política de passa-culpas.
António Costa afirmou com clareza, “é preciso virar a página da austeridade que marcou estes últimos quatro anos e devolver a tranquilidade aos cidadãos, que nunca sabem se irão sofrer cortes nos seus rendimentos ou pensões”. “Ficou claro que o Dr. Passos Coelho não tem nada a propor aos portugueses relativamente ao futuro a não ser esconder, mais uma vez, o seu programa”.
O líder do PS sublinhou o falhanço do Governo quanto à redução do défice e da dívida acordada com a troica e que serviu de pretexto para uma política feroz de austeridade, disse que Passos Coelho “arrisca-se mesmo, depois de tudo aquilo que impôs aos portugueses ao longo destes anos, a não só ter aumentado a dívida como acabar este ano com um défice igual ao défice com que começou”.
Ao fim de quatro anos, é claro e transparente que a coligação de Direita esta esgotada, não tem soluções nem alternativas, não merece Confiança, mentiu nas promessas, falhou nas metas e resultados, designadamente ao nível da dívida (em função do PIB) e do défice (que não só vai falhar como ficar ao nível de 2011 com a não-venda do Novo Banco), estamos hoje, a muitos níveis pior do que estávamos.
Infelizmente os imensos e dolorosos sacrifícios que a coligação de Direita impôs ao Povo, foram em vão.
Há que recuperar tempo, há que reconquistar o Futuro, há que devolver Esperança, com a Alternativa de Confiança que Portugal precisa e merece!

 
       
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A APOSTA NA EDUCAÇÃO ESTÁ DE VOLTA

“É hora de voltarmos a dizer, como dissemos há 20 anos, que a educação tem que ser de novo uma paixão deste país e é necessário investir na nossa educação. Ao contrário do que este governo pensa, a escola não serve para selecionar os excelentes e excluir os demais, a escola serve para incluir todos”, foi assim que o Secretário-Geral do PS anunciou a aposta renovada e reforçada na Educação.
António Costa salientou ainda a necessidade de enriquecimento dos currículos, repondo o inglês e apostando no ensino artístico, e também uma maior atenção às crianças com Necessidade Educativas Especiais.

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PORTUGAL PRECISA DE ESTABILIDADE

António Costa aproveitou um almoço-debate promovido pela AIP e pela CIP para realçar o valor da estabilidade nas relações entre parceiros sociais e para os agentes económicos.
O líder do PS salientou o valor acrescentado e a necessidade de novas formas de governação, de mais diálogo politico, acabar com a permanente lógica confrontacional.

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